Dólar comercial opera em alta em dia de aversão global ao risco | Finanças

Dólar comercial opera em alta em dia de aversão global ao risco | Finanças

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Depois de abrir em alta firme, o dólar perdeu um pouco de força contra o real e agora opera na casa dos R$ 5,19. O clima externo continua como principal balizador dos negócios, à medida que os agentes financeiros continuam monitorando declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, banco central americano) e, também, de dados econômicos fracos da Europa e perspectivas negativas para a economia chinesa.

Pouco antes das 10h30, o dólar comercial avançava 0,46%, a R$ 5,1955, após alcançar máxima intradiária de R$ 5,2143.

No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar ante uma cesta de seis divisas desenvolvidas, subia 0,40%, aos 107,91 pontos.

Segundo a economista-chefe da Veedha Investimentos Camila Abdelmalack, os mercados globais têm um dia de aversão ao risco, após dados europeus e preocupações vindas da Ásia. “Na Europa, há a preocupação com os dados do índice de inflação ao produtor na Alemanha, que vieram mostrando uma alta forte, o que pode pressionar a política monetária do bloco e, na China, há notícias envolvendo a possibilidade de uma crise diante de uma onda de calor, o que está impactando os preços das commodities e refletindo nas moedas”, diz.

Nesta manhã, os contratos de petróleo tipo Brent e WTI operam em queda de mais de 1% no mercado internacional.

Além disso, os mercados também olham para as sinalizações acerca da política monetária americana. “Hoje as moedas seguem se desvalorizando frente ao dólar, na visão de que o Fed realizará um aperto mais intenso após declarações de integrantes do colegiado”, disse o trader da Renascença, Luis Felipe Laudisio, em carta para clientes. Segundo ele, na véspera, os investidores estrangeiros novamente tiveram destaque no câmbio local, aumentando posições compradas em 10.060 contratos.

Ontem, o presidente do Fed de Saint Louis, James Bullard, defendeu que é necessário elevar os juros entre 3,75% e 4,0% até o fim deste ano, o que significaria uma alta de 1,5 ponto percentual nas próximas três reuniões. E até mesmo Neel Kashkari, presidente do Fed de Mineápolis, que é considerado um dos integrates mais “dovish” da autoridade monetária, disse que é preciso reduzir a inflação “urgentemente”, mesmo correndo o risco de desencadear uma recessão na economia americana.

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