CBDCs terão importância central no metaverso, diz executivo do Citi | Criptomoedas

CBDCs terão importância central no metaverso, diz executivo do Citi | Criptomoedas

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O metaverso é a nova fase da internet e tem um tamanho potencial de US$ 8 trilhões a US$ 13 trilhões, disse Driss Temsamani, diretor de negócios digitais do Citigroup para América Latina, nesta quinta-feira (11). Com isso em mente, o executivo afirma que as moedas digitais de bancos centrais (CBDCs, na sigla em inglês) terão papel central na nova economia.

“CBDCs são necessárias. Fazem parte da história do metaverso. Não podemos ir de uma economia tradicional para uma economia de metaverso sem trazer junto os meios de pagamento”, avalia.

Para ele, o modelo une o melhor de dois mundos, pois de um lado as criptomoedas só surgiram por causa das fricções existentes no sistema financeiro, em especial para transações e remessas internacionais. De outro, a estabilidade de um governo está conectada à estabilidade do sistema financeiro e a desregulamentação total só parece boa até que alguém seja lesado por algum agente mal intencionado. “Carteiras desaparecem e as pessoas precisam saber em qual porta bater para receber os valores de volta”, argumenta.

“A beleza da blockchain é que ela conversa na mesma língua. As fintechs estão progredindo muito, mas ainda estão ligadas ao dinheiro ter que sair de um banco para outro”, aponta.

Em relação à multiplicidade de tokens e metaversos que existem hoje, Temsamani acredita que não haverá problema desde que a interoperabilidade exista de tal maneira que o usuário consiga usar as mais diversas aplicações sem que haja desgaste na experiência por conta dessa exploração.

Fora isso, na opinião do executivo, o metaverso irá atrair maior atenção dos reguladores globais, legisladores e governos em questões como moderação de conteúdo, privacidade, propriedade e concorrência.

Dentro deste cenário, Temsamani acredita que o Citi deverá se posicionar de maneira condizente com sua estratégia de ser o banco das fintechs e big techs.

“O modelo de negócios do Citi não é varejo, é conduzir a orquestra. Nós advogamos pela regulação e ajudaremos a criar uma estrutura para o dinheiro digital”, explica. “Estamos criando um sistema de [Interface de Programação de Aplicação] APIs e plataformas para plugar as fintechs e big techs que estão fazendo carteiras. Temos um dos maiores catálogos de APIs do mundo. Essa é nossa proposição de valor.”

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